SETORES E SERVIÇOS · GESTÃO DE RISCOS

Gestão de riscos industriais

Identificar riscos técnicos e operacionais antes que causem paragens, situações perigosas ou problemas de produção caros.

A GPLG analisa máquinas, automação, sistemas de controlo e processos de produção para identificar o que pode falhar, os problemas de segurança e os pontos fracos da operação. Depois, propõe medidas de engenharia concretas para reduzir esses riscos.

COMO PENSAMOS O RISCO

Gerir riscos começa por perceber como o sistema pode falhar

Uma boa avaliação liga cada perigo e cada possível falha ao funcionamento real da máquina, às pessoas, à produção e à manutenção.

Analisamos a forma como a parte mecânica, a parte elétrica, o PLC, o software, os operadores e os procedimentos interagem. Não nos limitamos a preencher uma lista de verificação: definimos prioridades e medidas que possam ser projetadas, implementadas e verificadas.

PRINCIPAIS ÁREAS DE RISCO

Riscos técnicos, operacionais e de controlo

01

Riscos mecânicos

Possíveis falhas, partes em movimento, proteções, desgaste, pontos de colisão e outras condições que afetam o funcionamento seguro e fiável da máquina.

02

Riscos elétricos

Quadros elétricos, distribuição de energia, proteções, seccionamento e estado da instalação elétrica.

03

Riscos na automação e no controlo

Sequências do PLC, condições de arranque, encravamentos, alarmes e reação a falhas, que determinam o que a máquina faz quando algo corre mal.

04

Interação humana

Acesso do operador, funcionamento da HMI, modos manuais, intervenções de manutenção e situações em que um erro de operação é previsível.

05

Riscos de processo

Valores fora dos limites, falhas de ar comprimido, energia ou outras utilidades, desvios no produto e situações do processo que podem afetar a qualidade, os equipamentos ou a produção.

06

Cibersegurança industrial

Separação de redes, acesso remoto, permissões dos utilizadores e exposição desnecessária entre os sistemas de controlo e a rede informática da empresa.

AVALIAÇÃO NO LOCAL

Avaliar a máquina no seu ambiente real de funcionamento

Avaliamos o risco no contexto real: equipamentos instalados, modos de operação, limitações de produção, acesso para manutenção e a forma como as pessoas trabalham de facto com a máquina.

COMO FAZEMOS A AVALIAÇÃO

Da identificação dos perigos à confirmação das medidas

Um método organizado torna a avaliação útil na prática e deixa registadas as decisões de engenharia.

01 · DEFINIR

Âmbito e limites

Definir que máquina, processo, modos de operação e atividades fazem parte da avaliação.

02 · IDENTIFICAR

Perigos e modos de falha

Identificar situações técnicas, operacionais ou de erro humano que possam levar a acidentes, avarias ou perdas.

03 · AVALIAR

Definir prioridades

Avaliar a gravidade e a probabilidade de cada risco com um método adequado, para saber o que tratar primeiro.

04 · REDUZIR

Medidas de engenharia

Definir medidas práticas: proteções, encravamentos, alterações ao programa, monitorização, procedimentos ou alterações ao projeto.

05 · IMPLEMENTAR

Pôr as medidas em prática

Integrar as medidas aprovadas na parte elétrica e mecânica, no PLC, na HMI e nos procedimentos de trabalho.

06 · VERIFICAR

Validação e acompanhamento

Confirmar que as medidas funcionam como previsto e registar os riscos que permanecem e as ações pendentes.

SEGURANÇA E FIABILIDADE

Reduzir riscos sem criar novos problemas na produção

As medidas são pensadas para a realidade da produção, equilibrando proteção, funcionamento da máquina, facilidade de manutenção e simplicidade para o operador.

MÉTODOS QUE UTILIZAMOS

Análise organizada de sistemas industriais complexos

FMEA (análise de modos de falha)

Analisar o que pode falhar, que efeitos isso tem e que meios existem para detetar, evitar ou reduzir as consequências.

Análise de perigos

Identificar as situações perigosas e a sequência de acontecimentos que podem pôr em risco pessoas, equipamentos ou a produção.

Revisão do programa de controlo

Rever encravamentos, condições de arranque, alarmes, modos manuais e reação a situações anómalas no programa do PLC.

Segurança funcional

Quando aplicável, identificar as funções de segurança do comando da máquina e os requisitos que o projeto tem de cumprir.

Análise da operação

Considerar o arranque, a paragem, as mudanças de produção, a limpeza, a retoma após avaria e a manutenção — e não apenas o funcionamento normal em automático.

Plano de ações

Transformar as conclusões em ações concretas, com prioridades, responsáveis e pontos de verificação.

NORMAS E CONFORMIDADE

Documentação técnica que ajuda a ter instalações mais seguras

Os projetos industriais podem ter de cumprir requisitos sobre máquinas, instalações elétricas, segurança funcional, qualidade, ambiente ou regras do próprio local. O que se aplica depende do equipamento, do processo, do país e do âmbito do projeto.

A GPLG pode organizar revisões técnicas e documentação em função dos requisitos aplicáveis, ajudando a identificar o que falta e o trabalho técnico necessário para a conformidade. A certificação formal ou a aprovação legal, quando exigidas, são da responsabilidade da entidade competente.

PROCESSO DE ENGENHARIA

Como passamos da avaliação à redução de riscos

01

Visita e análise

Reunir desenhos, informação da máquina e do processo, e observar a instalação em funcionamento.

02

Avaliação técnica

Analisar os equipamentos, a automação, os modos de funcionamento e os cenários plausíveis de falha ou perigo.

03

Registo de riscos

Organizar as conclusões por prioridade, com a justificação técnica e as medidas recomendadas.

04

Projeto das alterações

Desenvolver as alterações elétricas, de controlo, de software ou de integração necessárias para as ações aprovadas.

05

Implementação

Introduzir as alterações de forma controlada, sem pôr em causa a continuidade da produção.

06

Verificação

Testar as medidas implementadas, registar os resultados e identificar as ações que ainda faltam.

INSTALAÇÕES EXISTENTES

O risco muda à medida que as máquinas e as linhas evoluem

Alterações, novos produtos, mudanças de software, desgaste dos equipamentos e nova automação podem alterar os riscos de uma instalação.

Uma reavaliação periódica mostra o que deixou de estar correto e onde pequenas alterações de engenharia podem melhorar a fiabilidade, a manutenção ou a segurança, sem substituir todo o sistema.

ÁREAS RELACIONADAS

Áreas relacionadas

PLC e lógica de segurança

Encravamentos, condições de arranque, respostas seguras e diagnóstico integrados no controlo da máquina.

SCADA e monitorização

Alarmes visíveis, histórico de eventos e gráficos do processo que ajudam a perceber situações anómalas.

Suporte e manutenção

Acompanhamento técnico para manter as alterações e a operação sob controlo.

GESTÃO DE RISCOS · GPLG

Identificar os riscos críticos antes que se tornem problemas de produção.

A GPLG pode avaliar máquinas, automação e processos, definir prioridades e propor medidas de engenharia concretas para um funcionamento mais seguro e fiável.

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