GPLG · ENGENHARIA DIGITAL

Gémeo Digital

Ligar o processo real a um modelo digital que ajuda a engenharia, a operação e a melhoria contínua.

A GPLG desenvolve gémeos digitais a partir de equipamentos reais, sistemas de controlo e dados de produção. Não se trata apenas de criar um modelo 3D: o modelo digital é ligado à informação e à lógica de engenharia necessárias para compreender, avaliar e melhorar o sistema real.

FÍSICO + DIGITAL

Um modelo digital construído a partir do comportamento real do sistema

Um gémeo digital útil parte do equipamento real e da pergunta de engenharia a que é preciso responder. Estados das máquinas, valores de processo, alarmes, histórico de produção e modos de funcionamento podem ser associados ao modelo, conforme o que se pretende analisar.

O resultado pode apoiar a análise de engenharia, o acompanhamento da operação, a resolução de problemas, a otimização e futuras alterações — e não fica reduzido a uma simples visualização.

O valor de um gémeo digital está na ligação entre o modelo, os dados e o processo real.

FUNDAMENTOS DO GÉMEO DIGITAL

Ligar o mundo físico ao digital

01

Ativo físico

Máquinas, células de produção, utilidades e equipamentos de processo — o sistema real em funcionamento.

02

Dados operacionais

PLC, SCADA, sensores, bases de dados e aplicações fornecem estados, medições e histórico.

03

Modelo digital

Organizar os equipamentos, as relações entre eles, o seu comportamento e o contexto de engenharia.

04

Aplicações

Usar a informação reunida para analisar, visualizar, otimizar e tomar decisões de engenharia.

GÉMEO DIGITAL NA INDÚSTRIA TRANSFORMADORA

Equipamentos e informação de produção num único modelo

Um gémeo digital de produção pode reunir a estrutura dos equipamentos, o estado das máquinas, a informação de produção e o histórico de funcionamento, para que engenheiros e operadores vejam o processo de vários ângulos.

ARQUITETURA

Do processo real ao conhecimento de engenharia

A arquitetura depende da finalidade do gémeo digital. A GPLG separa a recolha de dados, as comunicações, o armazenamento, o modelo e as aplicações, para que cada parte tenha uma função clara.

DO REAL AO DIGITAL

01FÍSICOMáquinas · Sensores · Robôs · Processos
02CONTROLOPLC · CNC · Acionamentos · SCADA
03CONECTIVIDADEOPC UA · MQTT · APIs · Gateways
04DADOS E MODELOHistórico · Contexto · Relações · Lógica
05APLICAÇÃOVisualização · Análise · Simulação · Decisões

O QUE O GÉMEO PODE REPRESENTAR

Representar a informação que interessa a cada caso

Estrutura dos equipamentos

Representar máquinas, componentes, células de produção e a forma como se relacionam.

Estado de funcionamento

Associar os modos, estados, alarmes e condições de processo da máquina real ao modelo digital.

Valores do processo

Associar medições, contadores, setpoints e valores calculados aos equipamentos a que dizem respeito.

Comportamento histórico

Usar o histórico de eventos e tendências para comparar o funcionamento atual com períodos anteriores.

VISÃO DE ENGENHARIA

Dados industriais organizados num modelo fácil de consultar

O modelo digital reúne informação que normalmente está dispersa por sistemas de automação, bases de dados, desenhos e software, tornando mais simples perceber como tudo se relaciona.

LIGAÇÃO EM TEMPO REAL

Ligar o gémeo digital a dados em tempo real, quando necessário

Os valores em tempo real podem ser obtidos através da automação existente, com interfaces industriais adequadas. O gémeo não precisa de aceder diretamente a todos os controladores: os dados podem vir do SCADA, de gateways, de bases de dados ou de uma camada de dados industriais.

Esta separação mantém o sistema de controlo protegido e, ao mesmo tempo, dá ao modelo digital uma imagem atual da operação.

CONTEXTO HISTÓRICO

Comparar o funcionamento atual com o que aconteceu antes

O histórico de produção, alarmes, eventos e tendências dá um contexto que os dados em tempo real, por si só, não oferecem. Os engenheiros podem analisar sequências, comparar períodos de funcionamento e relacionar o comportamento do processo com os resultados da produção.

A base de dados e o tempo de conservação dos dados são definidos em função das perguntas a que o gémeo digital tem de responder, em vez de se acumularem dados sem objetivo.

SIMULAÇÃO E ANÁLISE

Testar alterações no modelo digital antes de as aplicar no processo real

Quando há modelos e informação de engenharia suficientes, o gémeo digital pode servir para analisar cenários, fazer testes virtuais e comparar alterações antes de as implementar nos equipamentos de produção.

APLICAÇÕES INDUSTRIAIS

Gémeos digitais pensados para objetivos práticos

Visibilidade operacional

Dar uma visão clara do estado das máquinas, da produção e das principais variáveis do processo.

Resolução de problemas

Cruzar dados em tempo real e histórico para investigar ocorrências e perceber o comportamento do sistema.

Alterações de engenharia

Avaliar as alterações propostas e o seu impacto no sistema existente antes de as implementar.

Otimização

Usar informação organizada sobre o processo para encontrar oportunidades de melhorar o funcionamento e o desempenho.

NÍVEL DE DETALHE

O gémeo digital deve ter o detalhe que o problema exige — nem mais, nem menos

Nem todos os projetos precisam de uma simulação física muito detalhada. Em alguns casos basta um modelo operacional com contexto; noutros é preciso geometria, cinemática, comportamento do processo ou simulação mais avançada.

A GPLG define o modelo em função das decisões a apoiar, dos dados disponíveis e da precisão necessária, acrescentando complexidade apenas quando traz valor real.

SISTEMAS EXISTENTES

Aproveitar a automação e os dados que já existem

Um projeto de gémeo digital pode partir dos PLC, sistemas SCADA, bases de dados, interfaces das máquinas e documentação técnica existentes. O primeiro passo é ver que informação já existe e se a sua qualidade e contexto são suficientes.

Só se acrescentam sensores, gateways ou software quando faltar informação realmente necessária.

PROCESSO DE ENGENHARIA

Começar pela pergunta a que o modelo tem de responder

01

Objetivo

Definir as decisões de operação ou de engenharia que o gémeo digital deve apoiar.

02

Análise dos equipamentos e dados

Identificar equipamentos, sistemas de controlo, sinais disponíveis, histórico e documentação existente.

03

Arquitetura

Definir comunicações, armazenamento de dados, âmbito do modelo e funções de cada aplicação.

04

Desenvolvimento do modelo

Construir o modelo digital necessário e ligá-lo à informação industrial relevante.

05

Validação

Comparar o comportamento do modelo com o sistema real e com o objetivo definido.

06

Evolução

Alargar o gémeo digital à medida que mudam os equipamentos, as necessidades de produção e as questões de engenharia.

GÉMEO DIGITAL

Quer ligar um modelo digital ao seu processo industrial?

A GPLG avalia o sistema real, os dados disponíveis e os seus objetivos para definir uma solução de gémeo digital adequada.

Partilhar com